Orgulho e Preconceito e Zumbis conta a história de Elizabeth Bennet, jovem e inteligente filha de um pequeno proprietário rural na Inglaterra do começo do século XIX... Não, não vou falar sobre esse livro que nem li, só gostei da imagem de uma das capas, trabalhei em cima do assunto que quero falar, orgulho e preconceito, tirei os zumbis e coloquei tatuagens!
Tenho três tatuagens, e cada uma tem sua história, a primeira fica no braço direito, fiz ela com uns 19 anos, um circulo em forma de tribal, minúsculo, solto no braço, meses depois envolvi o circulo com um tribal em torno do braço. A Fernanda adora essa tattoo.
A segunda, fica no braço esquerdo, na altura do ombro, fiz uma bandeira do Brasil aos 21 anos, a bandeira ficou ridícula, e um ano depois "tapei" ela com um sol com alguns esqueminhas, depois do IM resolvi fazer uma tatuagem por cima dessa, que bagunça!!!
Tatuei por cima do sol que fiz, agora é um elmo de um soldado espartano, coisa de guerreiro :P. Para, sempre que estiver quebrado, olhar para ela e ver que sou foda, na verdade não vai adiantar nada a tattoo, não vou cair no conto da Power Balance novamente.
A ultima que fiz foi do mdot (símbolo) do IM, sempre que via alguém pela internet, 70.3 em Penha ou mesmo no IM com uma tattoo do Iron, pensava: "tenho tantas tatuagens sem nexo, essa faria com muito prazer".
Primeiro tinha que completar um Iron!!! Pois "pra mim", quem faz um iron pode tatuar a logo, escrever Ironman, colocar as distâncias... mas se o cara não fez ele pode tatuar também cada um faz o que quer, somos livres para nos tatuar, não existe uma regra, tens que fazer isso pra tatuar tal coisa. Olha a tattoo que postei do "FERNAND- INHO BERA MAR", particularmente não gostei, mas e ai !!!
Olhando por uma perspectiva diferente, o que ele poderia pensar vendo um cara correndo na rua com um macaquinho bem justinho. Heim?
Estou falando isso porque recentemente teve uma leve discussão no facebook, onde em uma postagem do MundoTri o pessoal estava elogiando uma participação excelente triatleta Ariane Monticeli em uma prova de IM no exterior.
Teve um cara, que disse que ela era bombada e pegou vácuo na prova toda, ela ficou p*&%, falou algumas palavrinhas pra ele, e pra fechar uma discussão, ao meu ver totalmente desnecessária, falou mais ou menos assim: "...tu deve ser aquele tipo de cara todo cheio de tatuagens, até na bunnnnd, só pra dizer que fez o ironman..."
Eu não sou o cara que falou isso pra ela, mas sim, fiz a tattoo porque tenho orgulho de ter completado o IM, essa pra mim é a tatuagem preferida, tem uma história particular.
Pensei em tatuar bem grande, IRONMAN nas costas, colocar as distâncias, tempos e fazer uma breve explicação do que é o Ironman, pois 99% das pessoas não sabem o que significa aquele Mdot, mas tudo bem, isso é irrelevante.
Sobre preconceito, que palavra é essa! Estamos livre disso a tempos.(rsrs)
Abração pessoal.


2 comentários:
Eu sou meio suspeito para falar de tattoo hehe.
Já faz tempo que quero fazer uma relacionado ao Triathlon, pois marcou uma passagem importante da minha vida (cigarro, bebida / esporte). Mas como falta ainda terminar as costas sempre vou postergando hehe...quem sabe em dezembro pinta alguma!!!
Tem que ter orgulho sim do "M", por que para chegar lá tem que ralar muito!!
Abraço
Tem que ter orgulho sim da sua tatoo. Eu sempre quiz ter uma tatuagem, fiquei anos pensando qual seria, ia na loja e na hora sempre desistia. Até que fiz meu 1º iron e isso foi a 4 anos atrás, nem se falava tanto em iron. E quando cheguei em casa, não tive dúvida queria tatuar esse esporte que passei a amar mais ainda depois do iron. Pois já amava o triathlon e a longa distância, ali eu tinha me achado. Na semana seguinte tatuei três bonequinhos ( nadando, pedalando e correndo) e o M.dot. E até hoje não tomei coragem para fazer qq outra tatoo q seja. E não me arrependo de ter feito. Quem ve sabe que é a minha cara essa tatuagem.
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